segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Tokyo MX reprisa Ultra Seven a partir de outubro

Seven volta a atacar nos fins de noite

A partir do dia 5 de outubro, Ultra Seven, a terceira série Ultra produzida pela Tsuburaya, será reprisada semanalmente pela Tokyo MX 2 nas noites de quarta-feira, pontualmente às 23:00 JST. Substituindo, portanto, a reprise de Kaiju Booska (finalizada em 31 de agosto). A exibição acontece dentro do bloco Tsuburaya Gekijô, que desde 2005 reexibiu outras séries como Ultraman, Kaiki Daisakusen (Operação Mistério), Mirrorman, O Regresso de Ultraman, Ultraman Ace, Fireman, Jumborg Ace, Ultraman Neos, Aztecaser, Ultraman Tarô, Ultra Q e Neo Ultra Q.

Esta é a segunda exibição de Ultra Seven no canal UHF da região metropolitana da capital japonesa. A primeira aconteceu entre julho de 2006 e junho de 2007 na Tokyo MX 1. Para esta nova reprise, não haverá exibição apenas no dia 19 de outubro devido a um programa especial do canal. Certamente isso é um aquecimento para as comemorações de 50 anos do gigante vermelho da Nebulosa M-78 em 2017.

Aqui no Brasil, Seven será lançado em DVD pela World Classics no dia anterior. Você pode ver o herói clássico legalmente no Brasil via streaming. Na Crunchyroll, a continuação indireta Ultraman Leo; Na Netflix o revival Ultraseven X; E no Looke os filmes Ultraman Mebius & Ultraman BrothersSuperior Ultraman 8 BrothersMega Batalha na Galáxia Ultra e Ultraman Zero: A Vingança de Belial. Veja aqui o guia Ultra de atuais exibições no Brasil.

domingo, 25 de setembro de 2016

Má educação faz com que Shiro Izumi exclua seus fãs do Brasil no Facebook

Shiro como Burai na série Zyuranger

Mais uma vez o canal Resistência Tokusatsu, na pessoa do amigo Bone Lopes, deu uma nota sobre a falta de educação de parte do público brasileiro para com atores japoneses do estilo. Na primeira ocasião comentei o caso aqui nesta coluna. Agora o protagonista do novo capítulo dessa novela é Shiro Izumi.

Segundo o vídeo, o ator que viveu Change Pegasus em Changeman e Dragon Ranger em Zyuranger excluiu seus fãs do Brasil em seu perfil no Facebook por falta de ética de mal comportamento de alguns fãs que sempre ficavam enchendo o seu perfil com figurinhas da época em que atuava como ator, principalmente com imagens da época do Esquadrão Relâmpago. O que é extremamente chato, pois um determinado artista não tem obrigação nenhuma de respirar a todo tempo e a toda hora tokusatsu. Os atores gostam de compartilhar seus hobbies e coisas do tipo. Daí surgem por aí assédios como estes nas redes sociais.

Infelizmente a tendência é de mais atores de tokusatsu - da era Manchete - se distanciarem de vez dos brasileiros. Sayoko "Nefer" Hagiwara já tomou essa mesma drástica medida. Tipo, essa é uma situação onde o justo paga pelo pecador. Existem sim bons fãs que respeitam a liberdade de seu ídolo. Quem está nesse rol pode se preparar também pra ser excluído em questão de tempo por causa de alguns fãs que ainda esqueceram de crescer.

Mais uma estigma na história do tokusatsu no Brasil. Lamentável.

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Novo capítulo de Digimon tri deixa protagonistas mais tristonhos do que nunca

Patamon e Takeru sofrem bastante (Foto: Reprodução/Crunchyroll)

O terceiro capítulo de Digimon Adventure tri - chamado "Confissão" - já está no ar mundialmente para os assinantes da Crunchyroll desde a tarde desta sexta (23) no tradicional formato episódico para streaming. No dia seguinte acontece a estreia do filme nas salas de cinema do Japão. Comparado aos capítulos anteriores, este foi o melhor e o mais carregado até agora. O primeiro (Reunião) teve um excelente impacto na dramatização. Essa qualidade se perdeu um pouco no arco seguinte (Determinação) com um Jo (Joe na versão ocidental) e Mimi mais enfadonhos do que de costume. Porém tivemos um gancho que liga o antigo Imperador Digimon, Ken Ichijoji, nos novos eventos.

Em "Confissão", a trama gira em torno da digiescolhida Meiko Mochizuki e de seu parceiro Digimon, Meicoomon - ou Mei-chan - que foi infectado por um vírus. A praga está afetando outros Digimons, especialmente em Patamon. O que deixa Takeru (T.K.) bastante preocupado. Para derrotar Meicoomon, os Digimons precisam tomar uma decisão difícil que pode mudar o rumo e colocar a parceria com seus digiescolhidos em jogo.

Com cinco novos episódios (um a mais que os capítulos anteriores), "Confissão" deixou os protagonistas mais sofridos como jamais vimos antes. Digimon tri culminou ao ponto de deixar a saga mais dramática e mais amadurecida. E claro, isso enriquece mais e mais o enredo. Aqui tivemos mais uma evolução de nível superior. A vez foi de AtlurKabuterimon a se transformar no poderoso HerculesKabuterimon num momento decisivo. Até o momento nada justificou a suposta aparição de Ichijoji, mas algo ficou estranho no ar e tal deverá ser respondido nos próximos episódios. Uma pena que a Toei Animation não tenha preparado alguma homenagem ao cantor Koji Wada, falecido em abril passado. Poderia rolar um "in memorian" em poucos segundos. Em todo caso, bateu uma tristeza ao ouvir a nova versão do clássico tema de abertura. E tristeza é a palavra que define muito bem este arco.

O quarto capítulo se chamará "Loss" (Perda) e está previsto para pintar nos cinemas japoneses em 25 de fevereiro de 2017. Se tudo der certo, o formato episódico será distribuído para o Brasil e o mundo no dia anterior. Perfeito pra quem ficar em casa no próximo carnaval e ver todos os episódios na Crunchy de uma vez.

quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Proibir o termo "viúvas da Manchete" não resolve o problema do tokusatsu no Brasil

Black Sun, um dos maiores símbolos do saudosismo brasileiro

Essa semana uma página ligada ao tokusatsu nas redes sociais tomou uma decisão de proibir o termo "viúvas da Manchete" nos comentários. Obviamente o caso gerou polêmica entre os fãs. A alcunha é antiga e existe desde os tempos do extinto Orkut. Querendo ou não, o termo é pejorativo. Confesso que eu mesmo já usei esse termo aqui neste espaço, não com a finalidade de ofender, mas de chamar atenção do público saudosista que existem outras séries tokusatsu legais. Sejam antes ou depois do que vimos na era Manchete.

Infelizmente tem aqueles fãs que perdem a esportiva e levam tudo a sério demais. Até uma mera série é motivo de briga na tokunet (brasileira). Isso é um problema. Aliás, o saudosismo é um câncer na comunidade brasileira que curte o estilo. Vamos entender o seguinte: saudosismo é diferente de nostalgia. Esse é um termo que procuro levar, por exemplo, em resenhas que de vez em quando escrevo aqui pra ser relembrado. Isso sem deixar de acompanhar o que rola no presente e comentar sobre isso. Já o saudosismo é aquela tendência de se prender ao passado e ir naquela de "no meu tempo era melhor do que hoje". No meu caso, prefiro a nostalgia do que o saudosismo. Pois sei que tem muita coisa boa e ruim hoje em dia como também havia no passado. Tudo é questão de fazer uma boa análise e fazer um balanço do que deu certo e do que não deu numa determinada obra.

Proibir termos como "viúvas da Manchete", "viúvas do Black", "mancheteiro" e outras do tipo não resolvem o problema. Soa meio que uma tentativa de censura, por mais bem intencional que seja. Não estou aqui defendendo a liberdade ou não de se usar os termos, entenda. Estou dizendo que essa não é a saída que vai sanar a raiz do problema do tokusatsu no Brasil. O que falta mesmo é uma doutrina cultural sobre este estilo entre os fãs no Brasil e uma renovação de público. Trocar a ideia de defender o tokusatsu como uma "causa" por uma por um genuíno incentivo cultural e informativo e mostrar que isso é apenas um entretenimento. E não uma militância.

A comunidade tokusatsu é bastante dividida no Brasil. Ao contrário do que acontece no Japão, EUA, França e outros países onde os fãs mantém uma convivência saudável. O Brasil perde por ter uma fatia de fãs que continua sim presa ao passado. Lamentavelmente existe uma turma que não se permite conhecer antigas e novas séries, outras franquias além do que já foi mostrado na Manchete e sai por aí falando o que pensa sem ter acompanhado uma determinada série. Infelizmente o fandom insiste em se dividir por um ódio absurdo contra Power Rangers e uma resistência contra novos materiais de tokusatsu que estão chegando no Brasil por vias legais. E tais assuntos já foram abordos em várias oportunidades aqui no blog. Agora proibir termos não vai ajudar a conscientizar a garotada (de trinta e poucos anos) a se comportar direito e ensinar a união.

Quem perde com essa bobagem toda somos nós e o próprio tokusatsu. Por isso o estilo vai muito bem lá fora do que aqui em nosso país.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Em Zyuohger, Gokaiger retorna com velhos elementos de homenagem

Os dois esquadrões aniversariantes

Neste mês a franquia Super Sentai alcançou a marca de 2000 episódios para a exibição regular semanal na TV Asahi. A série Doubutsu Sentai Zyuohger vem fugindo um pouco do excesso de infantilidade que algumas séries vem carregando de uns tempos pra cá. Tem lá algumas exceções. Uma delas foi o Kaizoku Sentai Gokaiger, de 2011. Há alguns meses escrevi aqui sobre esta série comemorativa de 35 anos de Super Sentai. Sou suspeito pra falar pois é uma das minhas favoritas. Acompanhar Gokaiger era algo ímpar e obrigatório pra qualquer fã de tokusatsu na época. Foi bastante divertido e tenho boas lembranças.

O sexteto Gokaiger voltou num duplo episódio da série comemorativa de 40 anos dos esquadrões multi-coloridos. Capitão Marvelous e cia apareceram como nos velhos tempos. Porém, os papeis se inverteram aqui. Aos invés de "anfitriões", Gokaiger surge como os heróis homenageados apareciam na série. Aqueles mesmos elementos eventuais onde tinha algum mal entendido inicial estavam lá. Os mesmos problemas que depois viravam motivo união em prol da paz na Terra também.

O interessante é que a participação dos antigos heróis serviram para acrescentar a mitologia de Zyuohger com a revelação de um segredo importante sobre a origem dos Zyuman e um power-up para Zyuoh Eagle. O elemento era um tesouro que os piratas do espaço estavam à procura. Os Gokaiger passam a usar Ranger Keys referentes aos animais representados por Zyuohger. Além disso houve um rápido proveito de uma ou outra Ranger Key de Go-Busters, Kyoryuger, ToQger e Ninninger. Os esquadrões que sucederam Gokaiger.

Apesar de Super Sentai não ter mais o mesmo vigor que até poucos anos atrás, este arco de Zyuohger foi uma boa homenagem pra comemorar as quatro décadas da franquia. Bom, agora pra saber qual o destino de Navi, o papagaio robô de Gokaiger, só saberemos daqui a 20 anos, no episódio 3000. Se nada mudar até lá, obviamente.


Gokaiger e Zyuohger prontos pra luta

domingo, 18 de setembro de 2016

Emilia-tan retoma o posto roubado por Rem no final de Re:Zero

Emilia e Subrau no último episódio (Foto: Reprodução/Crunchyroll)

Re:Zero final chegou ao seu episódio final neste domingo (18) e o mesmo já pode ser visto em primeira mão pelo canal de streaming Crunchyroll. O anime de fantasia teve seus altos e baixos e foi o mais comentado nos últimos seis meses. Não foi à toa que a série foi eleita pelos leitores da revista japonesa Newtype - edição de outubro que vem - como o número 1 do ranking geral dos melhores animes e de personagens femininos. Nesta última categoria defendida por Rem (Emilia ficou na oitava posição). Quem acompanhou semanalmente os 25 episódios sabe que Emilia, o grande amor do herói Subaru, era a mocinha principal da história. Durante vários episódios a cena de Emilia foi roubada por sua criada de cabelos azuis. O sucesso de Rem foi um fenômeno no Japão a ponto de ganhar o favoritismo do público otaku, além de ganhar produtos baseados na personagem.

E no último episódio Emilia-tan (assim como Subaru a chamava) voltou a ter um destaque depois de várias semanas. Achei que não teria a mesma graça que antes, mas os minutos finais do episódio da semana foram o ponto alto afim de Emilia recuperar de volta os seus quinze minutos de graciosidade. Uma pena que Rem não apareceu nem mesmo num flashback. Em compensação, o final de Re:Zero teve alguns minutos extras que renderam um desfecho romântico que convence o telespectador sobre casal. Digno pra quem curte um bom romance.

Curiosamente, no capítulo extra do volume 9 do light novel oiginal de Re:Zero é mostrada mais uma história alternativa da linha "E se", onde vai mostrar como seria o futuro de Subaru e Rem se estivessem juntos. Essa história será publicada no próximo dia 25.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Antes mesmo do lançamento, box de Ultra Seven é condenada por fãs desavidados

O Seven da capa da coleção ocidental

No Brasil é assim. Sempre quando tem algum lançamento de alguma série tokusatsu em DVD surge aquele medo pelo material ser ruim. Parte disso se deve aos erros que a Focus Filmes cometeu num passado não muito distante. É compreensível, mas tem momentos que alguns fãs formam um pânico nos fóruns e nas redes sociais. Tipo, exageros como sofrer por antecipação e coisas assim. Tal pânico acaba tapando a chance de alguns mais nervosos ir atrás de saber a procedência. Uma das grandes reclamações era quanto ao Seven da capa ser ou não da Chayo. Empresa tailandesa que outrora foi parceira da Tsuburaya e levou a empresa japonesa numa longa briga judicial.

Vamos por partes: pelo menos a capa do lançamento é baseado no material lançado pela Shout! Factory. A mesma empresa home-video que lançou várias temporadas de Power Rangers, Super Sentai, Ultra Q, Ultraman, dentre outros clássicos. Na época a Shout! Factory adquiriu a série Ultra Seven pela empresa Golden Media Group. A Shout! adquiriu diretamente pela Tsuburaya as séries clássicas como Saru no Gundan e Mighty Jack. Quando perguntados sobre os direitos das séries Ultra, a Tsuburaya respondeu que só poderiam licenciar as atrações mais recentes. A saída foi licenciar Ultra Seven pela Golden Media Group. Se tal licenciamento é lícito ou não, é uma outra história que fica apenas nos bastidores. Prefiro não julgar. Pelo que se sabe até aí, nada de Chaiyo. Essa explicação quem deu foi o próprio August Ragone, especialista em tokusatsu em seu blog na época do lançamento americano em 2012.

O problema é que a empresa brasileira home-video World Classics não tem aquele contato com o público como tem a Shout! Factory nos EUA. Daí a gente fica tentando encaixar o quebra-cabeça pra saber a procedência. A teoria mais lógica é que a World Classics tenha adquirido através da Shout! Factory (e não pela Chayo). Agora, uma pena que a própria Tsuburaya tenha sua parcela de culpa na história, uma vez que ela não libera diretamente as séries Ultra mais antigas.

Tem alguns fãs nas redes sociais que desde ontem dizem que o material vai ter uma imagem ruim. Não dá pra sair especulando assim. Não quero aqui defender nem atacar a World Classics. Mas é bom ficar atento ao lançamento e só depois fazer um balanço pra saber se vale a pena ou não o investimento.

Se o ritual for esse mesmo, vamos ter uma boa imagem como essa por exemplo:

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Kyuranger pode ser a chance para Jaspion e Spielvan voltarem

Jaspion

Ao ler o título deste post talvez você deve achar logo de cara que isso será fato, não é. Então, vamos com calma. Sei que Uchuu Sentai Kyuranger mal foi registrado oficialmente e apesar de ser comum especulações, boatos e muita gente tomando esse tipo de coisa como verdade, ainda é muito cedo pra isso.

O 41º Super Sentai terá uma temática espacial. É tudo o que sabemos até agora e notas oficiais da Toei Company deverão ser divulgadas a partir de dezembro junto do visual dos heróis - como acontece religiosamente nessa época do ano. Por tratar sobre espaço a gente imagina o que pode acontecer. Talvez apareça alguma referência a Changeman e Flashman que foram duas séries da franquia que já trataram disso na longínqua década de 80. Ou quem sabe um crossover com participação especial de pelo menos um ator de alguma dessas séries.

Vendo a experiência de Ninninger e Zyuohger, pode sim rolar algum crossover com heróis espaciais da Toei em Kyuranger. Seja Super Sentai ou seja algum outro herói da casa. Vendo a possibilidade e sendo mais realista, pode ser que algum dos Gavans e demais Policiais do Espaço venham a surgir num dos episódios. Pelo menos um deles. Acredito que Kyuranger possa servir de referência não apenas aos 35 anos da série Uchuu Keiji Gavan. Possibilidade de homenagem aos 40 anos de Star Wars (em 2017) e aos 50 anos de Star Trek (completados em 2016) também são válidas.

Há também uma outra possibilidade. Minúscula, mas não impossível. Se depender, é claro, da boa vontade da nossa "toda-poderosa". A volta de Jaspion e Spielvan em algum episódio ou em algum filme de Kyuranger. Se realmente isso acontecer com Jaspion, não deverá ser uma volta triunfal.

Como todos sabemos, Hikaru Kurosaki está afastado da mídia e não pretende retornar, uma vez que trabalha como instrutor de mergulho em Okinawa. É provável que o Ginga no Tarzan apareça apenas transformado, dublado por outro seiyu e participação coadjuvante. Não espere nada além disso. Já Spielvan poderia aparecer, pois Hiroshi Watari está na ativa e continua na base do "formol". Ainda assim a aparição do personagem seria duvidosa, já que o final da série foi confusa demais e ilógica. Os roteiristas teriam que se virar nos trinta pra trazê-lo com alguma desculpa esfarrapada ou optar pelo caminho mais fácil: jogá-lo como coadjuvante.

Esses fatores comprovam cientificamente que Jaspion e Spielvan estão fadados a simples fanservices, se voltarem um dia. E a Toei é especialista nessa departamento. Se você acompanha as produções da produtora nos últimos cinco anos sabe muito bem do que estou falando. Por um lado é bom que eles apareçam pra ver como ficariam as armaduras altamente cromadas. Por outro seria ruim vê-los arremessados numa trama onde eles provavelmente não tenham bom proveito.

Por segurança, melhor deixar os clássicos quietos na memória afetiva e nas reprises. Como disse em outro post recente, a saga dos Uchuu Keiji tem mais chances de expansão por motivos óbvios.


Spielvan

Ultra Seven ganha DVD-box no Brasil

Seven está de volta

O Blog do Jotacê noticiou na manhã desta quinta-feira (15) o lançamento da série Ultra Seven em DVD no Brasil através da World Classics. A box virá com 5 discos que deverão estar em embalagem digistak. O que chama atenção - se você for um fã bastante observador e bem informado - é que a capa é a mesma da coleção americana da Shout! Factory.

Assim como aconteceu nos EUA, o lançamento brasileiro contará com 48 dos 49 episódios exibidos na TV japonesa. Ou seja, o "polêmico" episódio 12 foi banido (originalmente pela própria Tsuburaya nos anos 70, diga-se). A coleção não terá a dublagem clássica (poucos episódios em português sobreviveram) e terá áudio original em japonês e legendas em inglês e português. Vale ressaltar que o Ultraseven foi lançado nos EUA com dublagem americana pela TNT nos anos 80 (atualmente esta versão teve direitos expirados) e no lançamento local em DVD não incluiu dublagem.

Resta saber se a qualidade do DVD-box brasileiro será a mesma que vimos na coleção da Shout! Factory. Esperamos que sim e que ao menos tenha alguma dignidade ao herói que irá completar 50 anos em 2017.

O material está em pré-venda no site da Livraria Saraiva e tem previsão de lançamento para 4 de outubro. Confira a capa:



quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Danilo Gentili dá mancada em entrevista com Gleen McMillan

O Ranger brasileiro no The Noite (Foto: Reprodução/SBT)

Você deve saber que o ator Glenn McMillan está no Brasil, né? O ator brasileiro foi Dustin Brooks, o Ranger Amarelo em Power Rangers Tempestade Ninja. Ele se apresentou em palestra num evento de Campinas (além de noivar com uma brasileira) e na oportunidade foi entrevistado pelos canais Mega Power Brasil e TokuDoc. Através dos amigos Raphael Maiffre e Danilo Modolo, respectivamente.

Nesta terça (13) Gleen foi entrevistado por Danilo Gentili no programa The Noite, do SBT. Ele é o terceiro ator de tokusatsu a ser entrevistado pelo ex-CQC. Danilo já recebeu Jason "Tommy" David Frank em 2013 (ainda na Band) e também Takumi "Jiraiya" Tsutsui em 2014 (no SBT). A visita com o primeiro foi divertida. Já com o segundo foi com algo meio constrangedor e com piadinhas de muito mal gosto. 

No meio da conversa sobre os bastidores da série nipo-americana de 2003, Glenn diz "Tô destruindo a ilusão de tudo aqui pra vocês". Daí Danilo comete uma gafe ao dizer o seguinte: "Mas você não vai destruir mais do que o Ranger Vermelho que virou ator pornô depois." Glenn ficou surpreso por não saber disso e chegou a confundir com David Frank que é lutador de MMA.

A verdade é que Austin St. John, o primeiro Ranger Vermelho da franquia, ainda é confundido por alguns desavisados com Brock, um ator pornô profissional. Ainda falta para Danilo uma pesquisa mais aprofundada sobre Power Rangers e sobre tokusatsu antes de alguma entrevista com alguém ligado ao estilo. Mais cuidado na próxima.

De qualquer forma, a entrevista com Glenn McMillan foi divertida. Ou senão uma das melhores. Danilo se comportou desta vez e fez humor na medida. Algo bem descontraído, digno de papo de roda. Foi bacana também a parte onde aparece um monstro advogado. Glenn fez até a pose de transformação como fazia em Tempestade Ninja. Sensacional.